sexta-feira, 13 de março de 2009

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Fio Condutor

DIRETORIA DE ENSINO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
OFICINA PEDAGÓGICA
Evento: Encontro com PCs
Tema: AVALIAÇÃO DA E NA ESCOLA
PCOPs Responsáveis: Katty, Mª Cristina, Dorothy, Nilcéia
Data: 12 mar 2009
Local: UNIVAP Aquárius
Horário: 8h00 às 12h e 13h30 às 17h30
Público Alvo: Professores Coordenadores EF (Ciclo II) e PC do EM
Assunto: Diagnosticando as dificuldades de aprendizagem para um encaminhamento eficaz
Objetivo: Socializar itens para a intervenção do Professor Coordenador na sala de aula
Orientar o Professor Coordenador nas considerações dos resultados dos diagnósticos de aprendizagem dos alunos –uma análise pedagógica aliada à análise estatística: gestão para o sucesso.

Material necessário:
PC e Datashow
Cartaz de recepção com fita bicha
Lista de presença/prancheta e caneta
Pen com a apresentação
Caderno Gestor 1/2009
Cadernos Gestor 2008
Notebook Katty
Folha de avaliação
Cópias xerografadas
Pauta
Texto “Lições de um espelho”
Quadro de monitoramento
Ficha 8
Tópicos da apresentação
Proposta de redação e 2 Redações


Manhã – 8h às 12h
Tarde – 13h30 às 17h30

1º momento 8h00 13h30 - Recepção e Entrega de material

2º momento 8h15 13h50 - SENSIBILIZAÇÃO
Leitura compartilhada: “Era uma vez” . Batista, 2001, p 112-113.
Comentário sobre o texto

3º momento 8h15 14h05 - Abrace esta causa
Apresentação do ppt – Diagnosticando as dificuldades de aprendizagem
Mesa redonda (Katty, Dorothy e Mª Cristina)
· Análise de PLANILHA DE Monitoramento de produção escrita
· Análise de PLANILHA DE RESULTADOS de um Diagnóstico de produção escrita
10h15 e 15h30 – CAFÉ – Passar a lista de presença

4º momento 10h30 – 15h45 –– mãos na massa (Língua Portuguesa e Matemática)
Análise das redações e a ppt de matemática

5º momento 17h15 –– Avaliação do encontro

LIÇÕES DE UM ESPELHO

Texto usado no encontro de 12 mar 09

Era uma vez...
Uma rainha que vivia em um grande castelo.
Ela tinha uma varinha mágica que fazia as pessoas bonitas ou feias, alegres ou tristes, vitoriosas ou fracassadas. Como todas as rainhas, ela também tinha um espelho mágico. Um dia querendo, avaliar sua beleza, também ela perguntou ao espelho:
- Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?
O espelho olhou bem para ela e respondeu:
- Minha rainha, os tempos estão mudados. Esta não é uma resposta assim tão simples. Hoje em dia, para responder a sua pergunta eu preciso de alguns elementos mais claros.
Atônita, a rainha não sabe o que dizer. Só lhe ocorreu perguntar:
- Como assim?
- Veja bem, respondeu o espelho – Em primeiro lugar, preciso saber por que Vossa Majestade fez essa pergunta, ou seja, o que pretende fazer com minha resposta. Pretende apenas levantar dados sobre o seu ibope no castelo? Pretende examinar seu nível de beleza, comparando-o com o de outras pessoas, ou sua avaliação visa ao desenvolvimento de sua própria beleza, sem nenhum crédito externo? É uma avaliação considerando a norma ou critérios predeterminados? De toda forma, é preciso, ainda, que Vossa Majestade me diga se pretende fazer uma classificação dos resultados. E continuou o espelho:
- Além disso, eu preciso que Vossa Majestade me defina com que bases devo fazer essa avaliação. Devo considerar o peso, a altura, a cor dos olhos, o conjunto?
Quem devo consultar para fazer essa análise? Por exemplo: se consultar somente os moradores do castelo, vou ter uma resposta; por outro lado, se utilizar parâmetros nacionais, poderei ter outra resposta. Entre a turma da copa ou mesmo entre os anões, a Branca de Neve ganha estourado. Mas, se perguntar aos seus conselheiros, acho que minha rainha terá o primeiro lugar. Depois, ainda tem o seguinte – continuou o espelho: - Como vou fazer essa avaliação? Devo utilizar análises continuadas? Posso utilizar alguma prova para verificar o grau dessa beleza? Utilizo a observação?
Finalmente, concluiu o espelho: - Será que estou sendo justo? Tantos são os pontos a considerar...

BATISTA, S.H.S.S. e cols. (2001). “O processo de capacitação do SARESP: pressupostos, experiências e aprendizagens”. São Paulo.

____2000. Tempo de SARESP: Lições de um espelho. São Paulo

Encontro com as ETIs

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Julio Groppa Aquino


Pela ritualização da sala de aulaaqui
AQUI

Olá PCnautas!!!! Segue abaixo um ppt para apoio do trabalho com Contrato Didático

terça-feira, 17 de junho de 2008

NILBA CLEMENTI

A voz dos outros e a nossa voz. Alguns fatores que intervêm na atuação do coordenador. encontrado aqui e no CD -
AQUI


ATIVIDADES
1. Leia o texto, faça um mapa textual pontuando todos os subtítulos abordados.


2. Comente os fragmentos abaixo:
1)
"......Muitos coordenadores falam sobre o excesso de atividades que lhes são atribuídas, motivo pelo qual convivem com o stress e a correria constante. A dúvida é se essa correria é real, fruto do meio escolar, que é dinâmico e apresenta desafios constantes, ou se é uma desculpa para não parar e refletir sobre seu próprio fazer."

2)
....."A falta de um projeto que comprometa os profissionais revela o que os estudos teóricos apontam: a escola reflete o descaso de muitos profissionais, fruto de uma história de formação deficitária, com pouco ou quase nenhum reconhecimento profissional; às vezes, também sem autonomia ou conhecimento de suas próprias necessidades de formação. Agrava-se isso pelo fato de que muitas estruturas de ensino nem sempre legitimam o papel do coordenador, garantindo-lhe espaço e status dentro da escola. A experiência tem demonstrado que a diferença de tratamento dada pelas instituições a essas questões tem influenciado a qualidade do trabalho educacional."

3)
..."Indubitavelmente, o mundo de hoje solicita uma escola voltada para a formação mais ampla dos alunos, que considere as diferenças e os diferentes, que não esteja presa a conteúdos formais, mas aberta a um trabalho mais amplo das capacidades dos alunos. Para isso, torna-se necessário um coordenador consciente das mudanças de seu papel, da importância de sua atualização e do desenvolvimento de um trabalho em parceria com o professor, com a escola e com a sociedade. "

4)...
"A valorização da presença do coordenador na escola passa pela necessidade de reconhecê-lo como um educador em formação, uma vez que o processo educativo é dinâmico e necessita constantemente de debates amplos sobre seu fazer, para que possa, junto com seus pares, desenvolver novas reflexões sobre a área. "

Passe pelo Word e edite a sua resposta, e coloquem tudo o que vos aprouver sobre a leitura do primeiro texto.
Ao postar em comentários :
1º. Coloque o nome do texto e autor
2º. Coloque nome da escola e o seu nome
3º. Colar o seu texto


Aguardamos as suas respostas em COMENTÁRIOS!

terça-feira, 1 de abril de 2008

CONCEITOS/DEFINIÇÕES

Multidisciplinar/ Pluridisciplinar
- 1 tema - cada professor trabalha dentro de suas instâncias, não se relacionam
- A justaposição de várias disciplinas sem implicar e equipe e coordenação
- Organização curricular é multidisciplinar
- apresenta-se como agrupamento de disciplinas que não se relacionam necessariamente entre si

Pesquisa multidisciplinar
- "cada uma das disciplinas envolvidas usa seus próprios conceitos e métodos. Apenas o objeto principal da pesquisa é o mesmo. O background filosófico dos pesquisadores e seus pontos de vista da humanidade, da sociedade podem ser completamente diferentes. Assim, os resultados obtidos podem ser interpretados apenas no nível de cada disciplina em separado. A comparação complexa, o ponto de vista sintético são praticamente impossíveis, ou poderiam ser apenas superficiais. (Przeclawski 1993, p. 13) in Turismo e Pesquisa Científica, 1996, p. 21 - Miriam Rejowski)


Interdisciplinar

- integração entre as disciplinas de forma que se mantenha as características particulares de cada disciplina e se integrem conceitualmente e metodologicamente
- forma de trabalhar: pode ser interdisciplinar: conteúdos normais, mas com o enfoque pertinente a um projeto.
Exemplo: todo professor direciona sua disciplina para um projeto com um guia turístico
Português - vê redação dos textos
Inglês vê a versão para o inglês
História vê dados históricos e culturais

Pesquisa Interdisciplinar
- [...] alguém examina um determinado problema simultaneamente de diferentes lados (prismas) para considerar aspectos diferentes ao mesmo tempo [...] De forma ideal, o líder ou diretor (coordenador) do projeto ou programa de pesquisa interdisciplinar deveria formular o problema da pesquisa e as bases teóricas para o mesmo. Então, ele [...] poderia organizar uma equipe composta de representantes de disciplinas científicas diferentes para empreender a pesquisa. Para conduzir essa pesquisa seria necessário aos vários pesquisadores usar amostra igual ou similar e conduzir a investigação na mesma localidade ou em localidades selecionadas de acordo com o mesmo critério. Apenas esse tipo de design e procedimento de pesquisa capacitaria uma compreensão holística, sintética do problema [...] (Przeclawski 1993, p. 13) in Turismo e Pesquisa Científica, 1996, p. 21-22 - Miriam Rejowski)
José Roberto Lemos [1]
"...queremos dizer que o pensar interdisciplinar parte do princípio de que nenhuma forma de conhecimento é em si mesma racional. Tenta, pois, o diálogo com outras formas de conhecimento, deixando-se interpenetrar por elas. Assim, por exemplo, aceita o conhecimento do senso comum como válido, pois é através do cotidiano que damos sentido às nossas vidas. Ampliando através do diálogo com o conhecimento científico, tende a uma dimensão utópica e libertadora, pois permite enriquecer nossa relação com o outro e com o mundo".6 [6]
6 [6] FAZENDA, I.C.A. (Org.).Práticas Interdisciplinares nas escolas. 5ª ed., São Paulo, Ed. Cortez, 1997.

De modo muito geral as diferenças básicas se concentram na forma de apresentação de cada uma. A Multidisciplinaridade nada mais é que a justaposição de várias disciplinas sem implicar equipe e coordenação entre essas; a Pluridisciplinaridade também caminha na mesma perspectiva apresentando-se como agrupamento de disciplinas que não se relacionam necessariamente entre si. A Interdisciplinaridade caminha numa perspectiva de integração entre as disciplinas, de forma que se mantenha as características particulares de cada disciplina, e se integrem conceitualmente e metodologicamente. Assim nos mostra um dos primeiros teóricos brasileiros a trabalhar com o pensamento interdisciplinar:


"Podemos dizer que nos reconhecemos diante de um empreendimento interdisciplinar todas as vezes em que ele conseguir incorporar os resultados de várias especialidades, que tomar de empréstimo a outras disciplinas certos instrumentos e técnicas metodológicas, fazendo uso dos esquemas conceituais e das análises que se encontram nos diversos ramos do saber, a fim de fazê-los integrarem e convergirem, depois de terem sido comparados e julgados. Donde podemos dizer que o papel específico da atividade interdisciplinar consiste, primordialmente, em lançar uma ponte para religar as fronteiras que haviam sido estabelecidas anteriormente entre as disciplinas com o objetivo preciso de assegurar a cada uma seu caráter propriamente positivo, segundo modos particulares e com resultados específicos".7 [7]
7 [7]JAPIASSU, Hiltom. Interdisciplinaridade e patologia do saber. Rio de Janeiro. Ed. Imago, 1976.




Transdisciplinar

- fluxo de informação que transita entre os vários ramos do conhecimento. Faz emergir da confrontação das disciplinas novos dados que articulam entre si dando uma nova visão da natureza e da realidade. É multidimensional - não envolve somente colaboração entre disciplinas, mas o fluxo de informação entre disciplinariedade de forma aberta.
-

Pesquisa Transdisciplinar
"Já a transdiciplinaridade envolveria um grupo de especialistas do mais alto nível, trabalhando em conjunto com elevado espírito de equipe interdisciplinar, sem impor suas próprias idéias. Seria o estado ideal para o desenvolvimento de estudos e pesquisas em uma área interdisciplinar como o turismo. in Turismo e Pesquisa Científica, 1996, p. 22 - Miriam Rejowski)


Encontros de 27 e 28 de março - Proposta Curricular 2008





Lembrando que:

- você encontrará as sugestões para a AGENDA do Planejamento (de 31/03 e 01/04) a partir da página 40 do Caderno do Gestor.

- organize a pauta (não se esqueça do CD (Contrato Didático).

- elenque escribas para ajudá-lo (a) com os registros.

Você , como agente formador, deve aplicar com os professores tudo aquilo que recomenda a eles que apliquem com seus alunos (homologia).

Para fazer o download dos vídeos do YouTube

Vá até o sítio do YouTube, ache o vídeo, copie a URL dele e acesse este outro sítio AQUI

Para assistir aos vídeos do YouTube

Você terá que fazer o download do Flash FLV Player 1.0 que é o PLAYER dos vídeos do YOUTUBE. Para isto você deverá clicar aqui em: DOWNLOAD

Sugestão de Vídeos
Rafinha e a Cybercultura

Geração "C". Sobre o mundo em transformação, as novas relações, as novas tecnologias. A educação, que na Sociedade da Informação é cada vez mais relevante na formação de cidadãos aptos a lidar com as características atuais, está usando diversas tecnologias a fim de aprimorar seus procedimentos, metodologias, áreas de atuação e abrangência. Com isso, surge a necessidade de se ter um profissional novo. Esse profissional precisa ser um estrategista, um criador e gestor de projetos e tecnologias, e cujo foco central seja a preocupação com a qualidade do processo ensino-aprendizagem.

Rafinha e a Cybercultura
Web 2.0 ... The Machine is Us/ing Us

Novos gêneros, as novas possibilidades de leitura e escrita. Os gêneros virtuais.

Referência: Youtube